sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Castelo de Lata

Do alto do Observatorium descobriu-se o que as pessoas fazem quando estão dirigindo seus carros, sozinhas. Elas comem, comem o que gostam. Comem a quantidade que lhes é conveniente. E ninguém pode censura-las ou impedi-las, afinal, estão sozinhas e cem seus castelos móveis de lata. Qualquer um pode vê-las, mas não podem impedi-las.

O observador, depois de esquadrinhar cada recando da praça, passou a prestar atenção nos carros que cortam a visão do lugar. Em geral, uma pessoa dirige enquanto quem está no carona deguste comidas e bebidas. As vezes os motoristas recebem um agrado do carona que põe em sua boca um petisco. Mas de uns tempos para cá, os condutores dos veículos, põem seu farnel no banco do carona enquanto beliscam e bebericam.

VO trecho que os veículos percorrem é curto e exige atenção. Porém a perícia dos pilotos atende aos desejos dos mais afoitos e impacientes. Eles se distraem apenas por alguns segundos, o suficiente, para escolher a guloseima e coloca-las inteira na boca. Porém, o mais divertido é a alegria estampada no rosto deles.


sábado, 14 de julho de 2018

OS 144 MIL SELADOS (Ap. 7)

 Rev. Kenneth L. Gentry, Jr. 

Resultado de imagem para os 144 mil
Como a ira do Cordeiro contra os judeus registrada em Apocalipse, testemunhamos uma pausa surpreendente no drama terrível. Quatro anjos estão retendo o vento “da terra”, quer dizer, de Israel (7.1-3). Esse ato é uma imagem simbólica, que relata o que Robert Thomas chama (em outro lugar) de “apocalíptico pitoresco”.(1) Os anjos não estão literalmente segurando os ventos, mas os ventos de destruição (v. Jr. 49.36,37; 51.1,2). Os primeiros seis selos representam a fase inicial da guerra dos judeus, em que Vespasiano lutou a seu modo pela Galiléia em direção a Jerusalém. Mas antes de ele ter uma oportunidade para sitiar Jerusalém, a ação é interrompida enquanto esses anjos selam os 144.000 das doze tribos de Israel (Ap. 7.3).

O número 144.000, como a maioria dos estudiosos concorda, é certamente simbólico. Na realidade, em Apocalipse todos os milhares perfeitamente arredondados parecem ser simbólicos. Dez é o número quantitativo de perfeição, e mil o cubo de dez. Com freqüência as Escrituras usam o número 1.000 como valor simbólico, e não expressa uma enumeração literal (e.g., Êx. 20.6; Dt. 1.11; 7.9; 32.30; Js. 23.10; Jó 9.3; Sl. 50.10; 84.10; 90.4; 105.8; Ec. 7.28; Is. 7.23; 30.17; 60.22; 2Pe. 3.8). Além disso, nesse livro altamente simbólico, deveríamos notar que exatamente 12.000 pessoas vêm de cada uma das doze tribos. Mas o que simboliza o número? E quem são essas pessoas? Qual é o significado desse episódio? 

Para avaliar essas perguntas corretamente, temos de lembrar os seguintes fatos: 1) Os acontecimentos estão ocorrendo no século I, conforme João tão claramente afirma (1.1,3; 22.6,10); 2) Os julgamentos estão caindo sobre Israel e se direcionando para Jerusalém (v. discussão anterior em 1.7 e caps. 5 e 6); 3) O cristianismo apostólico tendeu a se focalizar em Jerusalém (v. At. 1.4,8; 18.21; 20.16; 24.11);(2) 4) João considera os judeus não-cristãos como os que “se dizem judeus mas não são”, pois são membros da “sinagoga de Satanás” (Ap. 2.9; 3.9; v. Jo. 8.31-47). 

Por conseguinte, esses “servos de Deus” das “doze tribos de Israel” (7.4-8) são a raça de judeus que aceitam o Cordeiro de Deus para a salvação  Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9) www.monergismo.com 2 (aparecem posteriormente com ele no Monte Sião, 14.1-5).(3) Quando comparamos seu número especificamente definido (144.000) com “a grande multidão que ninguém podia contar” (7.9), esse número é relativamente pequeno. Mas eles representam um número perfeito, especialmente amado por Deus e que pertencem a ele (são verdadeiros judeus, o remanescente, v. Rm. 2.28,29; 9.6,27; 11.5). Assim, o Senhor coloca seu selo (espiritual) neles (Ap. 7.3; v. 2Co. 1.22; Ef. 1.13; 4.30; 2Tm. 2.19). De certo modo, o selar deles é a resposta à pergunta: “Quem poderá suportar?” (Ap. 6.17). A resposta: Somente aqueles que Deus protege – precisamente como o pano de fundo do AT (Ez. 9.4-9). 

Em outras palavras, antes que a guerra dos judeus alcance e subjugue Jerusalém, Deus, providencialmente, proporciona rápida cessação de hostilidades, permitindo aos judeus cristãos na Judéia escapar (como Jesus deseja em Mt. 24.16-22). Isso aconteceu quando o imperador Nero se matou (68 d.C.), fazendo os generais romanos Vespasiano e Tito cessar as operações e bater em retirada por um ano devido ao tumulto em Roma.(4)Sabemos mediante os pais da igreja Eusébio e Epifânio que os cristãos fugiram para Pella antes da guerra subjugar Jerusalém (Eusébio, História eclesiástica 3.5.3; Epifânio, Heresies 29.7). 

Fonte: Apocalipse, C. Marvin Pate (organizador), Editora Vida, p. 58-60.(5)  

(1)Revelation 1 – 7, p. 465.
(2) Os crentes primitivos continuaram a seguir para Israel: engajando-se em observâncias e adoração judaicas (At. 2.1ss; 24.11; 21.26), focalizando e irradiando seu ministério de Jerusalém (At. 2 – 5) freqüentando o templo (At. 2.46; 3.1ss.; 4.1; 5.21ss.; 21.26; 26.21), freqüentando as sinagogas (13.5,14; 14.1; 15.21; 17.1ss.; 18.4,7,19,26; 19.9; 22.19; 24.12; 26.11), se designando como os verdadeiros herdeiros do Judaísmo (Gl. 3.27-29; 6.16; Fp. 3.3), e assim sucessivamente. 
(3)Thomas entendeu mal a apresentação em meu livro Before Jerusalem fell, cobrando erroneamente com contradição relativo à identidade dos 144.000. Diz que eu declaro em certo trecho que eles representam toda a igreja e em outro lugar somente os judeus convertidos em Israel. Em meu ponto de vista, os 144.000 representam os primeiros frutos do evangelho de judeus convertidos em Israel. Claro que, como tal são o começo da nova fase de aliança da igreja, mas eles não simbolizam a igreja. 
(4) Lucas traduz a terminologia hebraica de Mateus 24.15 de forma que entendemos o que acontece “Quando virem Jerusalém rodeada de exércitos, vocês saberão que as sua devastação está próxima” (Lucas 21.20), e naquele momento seus seguidores irão fugir (Lucas 21.21; cf. Mt. 24.16). Em 68 d.C., os generais Vespasiano e Tito “tinham fortalecido todos os lugares ao redor de Jerusalém [...] cercando a cidade por todos os lados” (Josefo, Wars 4.9.1). Mas quando Vespasiano e Tito são “informados que Nero estava morto” (4.9.2), não “continuaram com sua expedição contra os judeus” (4.9.2; cf. 4.10.2) até que posteriormente Vespasiano se tornasse o imperador em 69. Após isso “Vespasiano voltou sua atenção ao que permaneceu subjugado na Judéia” (4.10.5). 
(5)Compre esse excelente livro aqui: http://www.edificai.com.br/detalhe.asp?Codigo=483&from=Monergismo.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Escamas nos olhos



"Há um lado obscuro em cada um de nós onde mora o nosso medo proibido, luxuria e fúria contida. Estes desejos inconscientes não descansam tranquilamente na psique humana. Eles são em determinado sentido o nosso inimigo interno."

(Apresentação do documentário "INTERPRETAÇÃO DE SONHOS", baseado no livro escrito por Sigmund Freud, "Great Books")

Freud, em constante tormento por causa da natureza pecaminosa do homem, tentou buscar respostas na ciência desenvolvida pelo homem. A cada variante da sua natureza humana - exílio espiritual -, Freud formulava prováveis respostas inglórias. O lado obscuro do homem e a sua natureza dominada pela condição explicita, herdada por toda a humanidade atolava-o cada vez mais na areia movediça que é a ciência limitada dos homens. A resposta aos seus questionamentos está (ainda porque as escamas que encobrem seus olhos ainda não caíram) com o ser superior que o criou, ou melhor, criou todos nós. Bastaria fazer uma pergunta: como aliviar essa carga? E ele responde: conhecendo Jesus Cristo, seu Filho. O único com poder para fazê-lo.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Crônica sobre um dia frio


Observatorium (30/04/2018)

Com o frio, os gêneros pelados não frequentam a praça e nem se alternam. Cães não passeiam mais e rejeitam seus donos. Quem manda na parceria é o animal enquanto o humano balança o rabo. A elite canina expert em malabarismos faz seus donos dar piruetas enquanto os femininos penteiam seus pelos. O frio assustou os visitantes caninos e intimidou os humanos. Pra sair de casa só com seu dono.

O frio intenso atira setas de gelo que ao acertarem as folhas alaranjadas da amendoeira (uma) transformam-nas em abanadores de galhos. As folhas que ainda insistem em ficar nos galhos são manipuladas pelo vento girando-as em torno de si mesmas. O exercício fadiga as astes que as sustentam até que se cansem e alcem voo. Até ai tudo bem, acontece que essa torsão coletiva da natureza também solta as folhas mais estressadas que pavimentam o piso de laranja ao redor.

O mesmo vento que varre as folhas pelo ar manipula pelo chão o destino delas que é a vala na guia, e assim engrossa o caldo deixando a falsa impressão de que estamos no outono. Mas aqui não é hemisfério norte. Como as alaranjadas não são comuns como lá não dispomos de equipamentos reguladores para evitar o tapete.

Um homem solitário, já cansado das labutas de cabeça baixa manipula uma vassoura e um saco no carrinho que o acompanha. Apesar da semelhança, não é Papai Noel porque ele é desprovido de pança. O homem solitário de tanto olhar para baixo não consegue avistar quem está a sua frente. À medida que o falso Papai Noel varre, as folhas caem ou voltam com o vento e as pessoas que passam pisam no monte alegrando o vento que dá gargalhadas quando elas despencam de seus galhos. O homem que não é o Papai Noel se zanga, mas nada pode fazer porque não consegue olhar para cima enquanto resmunga.

Ontem, dois garis do sexo feminino, pintados de amarelo, varreram um pedaço pequeno do perímetro da praça. Elas estavam zangadas com caras de poucos amigos tentando adivinhar quem havia se tornado seu inimigo. A medida que as folhas teimavam em não ir para onde elas deveriam rolavam na direção contrária pela calçada e a rua como se fosse uma risada. As meninas zangadas e aborrecidas com a molecagem das folhas foram embora sem terminar o serviço.

O dia frio faz da praça um deserto de gente, de animais e de qualquer outro ser vivo. O peixe que nada no aquário em frente fica entediado porque não há nada que possa distraí-lo. A ele só resta comer ração e fazer bolhas na água.

A mesma praça

OBSERVASTORIUM 250817

Depois de um longo e tenebroso inverno, o dia amanheceu colorido. O tom amarelo predominou e influenciou as outras cores, apesar do cinza assustar. O Sol resistiu o quanto pode e o céu desabrochou num belo tom de azul. Mesmo assim, todos os dias, ela encara o observador A amendoeira sofre do “Mal de Parkinson” atiçado pelo vento; nunca melhora; as suas folha despencam e cobrem todo o chão sobs sua sombra.

Casais de todas as idades, de mãos dadas, abraçados um ao outro ou as suas bengalas, se guiam pelos traçados das calçadas riscadas. É peculiar o cuidado que um tem com o outro.

Apesar do sol dourado, a brisa que acalenta a amendoeira esfria a pele descobertas dos corpos sarados e outros relaxados que desfilam. O responsável pela festa matinal é o clima.

As caixas com rodas em torno da praça permanecem inertes enquanto outras, em quantidade reduzida transitam freneticamente pelo local.

As motocicletas que raramente atravessavam a praça, agora, são mais constantes do que as caixas. Algumas se exibem como se fosse partir desse mundo irritando os transeuntes que reagem.

É assim o dia comum na vida da gente e da praça.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

O marketing de Satanás

     Na aula de Arqueologia Bíblica discutimos sobre o passado oculto da história do homem, presente tão somente nos documentos, nos escritos passados de geração em geração, e pela tradição oral. Hoje, sabemos alguma coisa sobre o contexto dos relatos bíblicos graças a misericórdia de Deus e da Arqueologia. Há mais a ser descoberto. Porém é preciso se preparar para isso porque o volume dos achados sobrepuja os de analistas.

     O professor perguntou se deveríamos buscar o que estava oculto em relação à Bíblia ou se deveríamos deixar como está. Qual é o plano de Deus para as relíquias e documentos históricos sobre a historicidade bíblica?

     Quando a mulher foi tentada por Satanás no jardim do Éden, se apresentou a ela na forma de um animal astuto criado por Deus – uma serpente que sondou a espécie humano.

      Satanás queria saber o que Deus disse a eles sobre a árvore do conhecimento. Que era a única fruta do jardim do Éden proibida para ela e seu companheiro. Satanás sabia dessa proibição, mas queria ouvir da Eva para forçar uma conversação para envolvê-la e conseguir que ela aceitasse a sua sugestão – desobedecer a Deus.

      mulher tenta resistir a estratégia de marketing. Até que capitula e compra o que não precisava. Satanás conseguiu vender a Eva o que ela não queria comprar. Satanás foi um bom vendedor de ilusões: Você não tem diante de si uma fruta! Não! Ela é mais do que isso. Se você comê-la deixará de ser criatura e se torna deus. A fruta vai tornar você com os mesmos poderes daquele que a criou! Se você pegar a fruta e comê-la seus olhos serão abertos e você vai conseguir enxergar coisas que no momento parem impossíveis!

Eva pecou em pegar a fruta? Pecou. Mas ainda havia uma esperança para a inocência de Eva se ela não à levasse a boca. Mas ela levou, sentiu o cheio, mordeu e engoliu.

Todas as árvores do jardim do Éden eram formosas aos olhos e tinham frutos suculentos e agradáveis. Eva nunca seria tentada se Satanás não burilasse em seus ouvidos. Depois que disso tudo o que é proibido passou a ser desejável. (Gn3.6).

Quando lemos este versículo temos a impressão que o ouvimos sussurrar o vocativo de satisfação: Yes! Silada!.

Para vender a desobediência à Eva, Satanás fez uso um marketing poderoso. Está técnica continua fazendo a cabeça da humanidade até hoje, ou seja, principalmente hoje. Ele sondou a “vitima”, descobriu suas necessidades, apresentou o produto e a mulher comprou. A mulher não queria, não estava precisando, mas comprou. E agora, como ela poderia devolver aquela coisa? Satanás agiu como os comerciantes brasileiros: a mercadoria saiu da loja, não há nenhuma possibilidade de devolução. Satanás não aceita devolução. Comprou gato por lebre em dolorosas prestações a perder de vista. A humanidade está pagando até hoje.

Nesse caso não adiante chamar a Patrulha do Consumidor.

Sinais proféticos: Em busca da “fonte da juventude”

     Ruy Castro, colunista da seção “Opinião” (“Fonte da juventude”, Folha, 05/04/2017) escreveu sobre a ciência e a sua capacidade de se abster de catástrofes pelas quais passa incólume. Porém, o que interessa mesmo é o contexto do seu argumento ao abordar o empenho da Ciência de tornar o homem imortal.

     Segundo o texto, “em breve, todas as mazelas do envelhecimento – câncer, demência, problemas cardiovasculares, saúde física, psíquica e degenerações várias – serão eliminadas se, e somente se, forem detectadas previamente e submetidas a uma intervenção tecnológica”. O que isso quer dizer?

     Segundo Ruy Castro, quer dizer que nós não devemos nos surpreender se num futuro próximo o homem chegar à idade do Matusalém bíblico (mais de 900 anos). O que diz a tese do gerontologista britânico Audrey de Orey. No futuro as pessoas continuarão morrendo, mas de catástrofes alheias, ou seja, não mais por fadiga de material.

     Mas ai urge uma nova questão: Será que a vida se mantém produtiva durante o milênio particular? A Bíblia registra diversos protagonistas que se projetaram depois dos 100 anos – Adão, Abraão, Matusalém, Enoque, Moisés etc. Depois de séculos e milênios de intenso pecado restou ao homem apenas um viés bíblico e mesmo assim somente para não morrer antes da hora. Tiago escreve que “a nossa vida é um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece”. (Tg4.14).

     Atualmente só existe um viés para o prolongamento da vida: Os “Dez Mandamentos”, para uma vida integral com Deus, “porque Deus ordenou dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: quem maldisser ao pai ou a mãe, certamente morrerá” (Mt 15.4) Amar a Deus sobre todas as coisas; ouvir a voz do Espírito Santo, para alcançar “o prolongamento dos seus dias...” (Dt 30.20). A obediência ao mandamento não é passaporte para que a idade seja mensurada em séculos e milênios, mas evitar o fim antecipado.

     Estamos falando de ciência dos homens que se multiplica às portas da volta do Senhor Jesus, um dos sinais proféticos que alerta os homens para o ajuste de contas com Deus é a multiplicação da ciência do homem e a consequente subversão aos mandamentos do Senhor. Esse prêmio – prolongamento da existência - que o homem tenta antecipar não tem o aval de Deus. Todos os que vencerem o mundo terão como prêmio a vida eterna. Sinta as palavras de Moises nesta oração: “Os dias de nossa vida chegam a 70 anos, e se alguns, pela sua robustez, chegar a 80 anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando”. (Salmo de Moises 90.10). Você crê nisso?

Leis de Murphy ou Lei de Gerson?

     No Brasil “As leis de Murphy” não são populares como nos EUA. No Brasil a lei que é tão popular como a de Murphy é “A lei de Gerson”.


     As leis de Murphy são o conjunto de observações cotidianas da vida experiente, como: “Se alguma coisa der errado, dará.” E, “Você não pode simplesmente fazer algo por fazer; tudo tem suas consequências.” Sim! Escolhas têm consequências.

     Quando o homem se afasta de Deus não e só ele que lhe dá com as consequências; sobra também para os que estão à sua volta. Se, um dia, esse que se afastou e contribuiu para o afastamento de outros alcançar misericórdia de Deus, talvez os que saíram a reboque não voltem mais.

     Repito: Sim, nossos atos têm consequências, como no caso das pessoas que se perderem de vez; os responsáveis estarão com as mãos sujas de sangue que será requerido dos responsáveis.

     Se acontecer o inverso, em vez de se afastarem de Deus, se aproximarão mais, e a influência será satisfatória.

     A Lei de Murphy e a de Gerson são funestas. Por isso é importante buscar “orientação de Deus antes de tomar decisões”. “Pessoas que seguem a Cristo atingem as que estão em seu perímetro”.

Fonte: Baseado em texto do “Pão Diário”, 2016

quarta-feira, 3 de maio de 2017

CRÔNICA DO AQUÁRIO: A Morte de um Valente

Ele chegou cedo para trabalhar. E quem chega primeiro precisa apagar as luzes que ficaram acesas durante a noite. De repente ele encontra um bem-te-vi estirado no chão com as patas para cima e os dedos torcidos para dentro. Por um instante observa o pássaro aparentemente morto. Em ato contínuo ergue a cabeça ate encontrar as copas das árvores ao redor; ouve o trinado dos pássaros, mas não encontra algum lamentando a morte do bem-te-vi que encontrei estatelado; não detecta insetos tentando se aproveitar da carniça fresca. Isso denota morte recente. Pelo menos foi o que pensou.

O homem vai embora, pois precisa apagar o restante das luzes. Dali alguns minutos volta e assume as suas tarefas. Mas os pensamentos continuam matutando sobre a sorte daquela ave: morreu de que? Será que o pássaro se confundiu com os vidros da guarita e bateu na janela? Foi atacada por algum outro pássaro? O que se sabe sobre os bem-te-vis é que eles zoam os gaviões dando-lhes bicadas na cabeça durante o voo para desviar dos ninhos! A curiosidade o consome. Então ele se levanta para dar mais uma olhada no pássaro morto que permanece estático.

Gora, as pernas e os dedos do bichinho estão totalmente esticados. Será que ele ainda estava vivo e acabou de morrer ferido debaixo do sol que estava de lascar, ou foi reflexo post-mortem?

Ele também notou que próximo ao pássaro morto havia uma armadilha para ratos, ratos do campo. Será que a curiosidade ao invés de matar o gato matou o bem-te-vi? Não sei. Desiste de especular.

Mais tarde ele volta e encontra o pássaro no mesmo estado. E pensa consigo mesmo: É o fim realmente! Deve estar trinando com seus amigos que também já partiram.

A cena permeou os pensamentos do homem durante o resto do dia. O que teria contribuído para a morte daquele pássaro tão valente? Será que seus pais souberam que ele estava nessa situação? Será que tentaram defende-lo enquanto havia vida? Não se sabe.

quinta-feira, 2 de março de 2017

O efeito do som do próprio nome

Se você quiser saber se alguém em uma sala para 5 estiverem 12 presta atenção em assuntos alheios faça o seguinte teste: brinque de falar de determinada pessoa sem usar o nome dela, e veja em quanto tempo ela se dará conta.

A “magica” é fantástica. Enquanto as pessoas estiverem falando, falando, falando sobre determinado assunto conseguimos selecionar dentre as conversas paralelas a que nos interessa ou nenhuma delas. Porém, dentre as diversas linhas cruzadas aparecer o nosso nome, os sinais de alerta são acionados. Nada mais nos interessa do que o uso do nosso nome.

Quando menos se espera ouvir o próprio nome da boca de outra pessoa, principalmente as estranhas, acontece uma explosão “dentro do cérebro” e isso “aciona a porção medial do córtex pré-frontal”. O recrutamento diz ao cérebro: você está na berlinda.

Estudos realizados entre centros de pesquisa no Japão e publicados na revista “Cerebral Córtex”, mostrou que os voluntários dentro de uma maquina de ressonância magnética, após ouvirem inesperadamente seu nome durante uma tarefa não relacionada e de fato não havia ativação resultante do córtex pré-frontal.

Entretanto outras regiões do cérebro deram o sinal de alerta. Essas regiões incluem a formação reticular mesocefálica, cerne do sistema que possibilita a atenção; o córtex auditivo, que permite a percepção consciente dos sons; o córtex frontal inferior, que é capaz de reorientar as atenção; e a ínsula e o precuneus, partes do córtex que participam da auto identificação.

Esteja onde estiver o som do próprio nome é suficiente para dar o alerta de que o mundo está falando em você.

Fonte: SUZANA HERCULANO-HPUZEL, Folha, 1510212017

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

INFORME AOS LEITORES
Informo que o administrador deste blog nao mais representa a Biblioteca O S Boyer do blog. O nome foi substituido  por Orlando Spencer Boyer.  O contendo permanece. Com certeza continuarei contando com a sua participação. O meu muito obrigado a todos.
INFORME AOS LEITORES

Informo que eu, o administrador, não mais represento a Biblioteca O S Boyer. Apesar do blog não ser oficial desta biblioteca, Os gestores da escola solicitaram a minha retirada. Por isso a mudança no título e no layout. de Biblioteca O S Boyer para Bibliotecando. Informo ainda que o conteúdo permanece. Com certeza continuarei contando com a sua participação. O meu muito obrigado a todos.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Cuidando dos livros


Por Givanilda Maria - Bibliotecária CRB 8/9619

A conservação do acervo depende de vários fatores, como um ambiente arejado, bem iluminado, e com uma boa higiene diária. Porém, com todas essas ações, o acervo pode sofrer com a ação do tempo, as transformações naturais do papel, do manuseio, e, é claro, com as pragas que pode se proliferar em meio aos livros.

Para cada tipo de dano no livro, também existe uma ação para ser tomada, claro que para isso, é preciso detectar o problema que afeta a determinada obra. Após o conhecimento do problema que está diminuindo a vida do livro, a decisão na cura será eficaz.

A higienização, sempre deve ser feita começando pelas prateleiras de cima, com a ajuda de um aspirador de pó, um paninho. A limpeza do chão deve ser feita com um aspirador de pó, para que a poeira não se espalhe para os livros, pode ser utilizado também um pano úmido.

O bibliotecário deve adotar algumas medidas, para manter seu acervo livre desse mal. Uma delas é adotar uma política de limpeza sistemática do acervo. Examinar as novas aquisições, que serão incorporadas, sejam elas advindas de compra, doações ou permutas.

A higienização do acervo é uma operação simples, mas que passa despercebida no dia a dia da biblioteca.



Nas estantes os livros ficam
(até se dispersarem ou desfazerem)
enquanto tudo
passa. O pó acumula-se
e depois de limpo
torna a acumular-se
no cimo das lombadas.
Quando a cidade está suja
(obras, carros, poeiras)
o pó é mais negro e por vezes
espesso. Os livros ficam,
valem mais que tudo,
mas apesar do amor
(amor das coisas mudas
que sussurram)
e do cuidado doméstico
fica sempre, embaixo,
do lado oposto à lombada,
uma pequena marca negra
do pó nas páginas.
A marca faz parte dos livros.
Estão marcados. Nós também.

Pedro Mexia, in "Duplo Império"

Menos brasileiros

RUY CASTRO

11/01/2016 02h00

RIO DE JANEIRO - Oito sebos de livros fecharam em 2015 num importante trecho do centro do Rio, adjacente à Saara -esta, o velho e querido distrito comercial de árabes e judeus entre a rua Uruguaiana e o Campo de Santana, abaixo da rua Buenos Aires. Os sebos ficavam da Buenos Aires para cima, em ruas abertas há 400 anos e encharcadas de história: a Luiz de Camões, ex da Lampadosa, palco do calvário de Tiradentes; o largo de São Francisco, berço da engenharia brasileira; a dos Andradas, antiga rua do Fogo; e a da Conceição, a travessa das Belas Artes, o beco do Tesouro.

No século 19, esses quarteirões foram o território de José de Alencar, Manuel Antonio de Almeida, Machado de Assis, Joaquim Nabuco, Olavo Bilac, Raul Pompeia, Euclides da Cunha. Os escritórios, cafés e livrarias em que eles circulavam estão em seus escritos e nos de seus biógrafos. Com o tempo, a região perdeu a supremacia para novas ruas e avenidas. Restou-lhe o comércio popular, em que os sebos sempre tiveram importante papel. À sua maneira, eles mantêm viva a cultura -porque é a eles que os estudantes e os aposentados, sempre duros, recorrem para o seu prazer de ler.

Os sebos são um comércio frágil e humilde -você nunca verá um deles num shopping. E nem precisam: seu habitat natural são as ruas antigas e decadentes, para onde ninguém quer ir. Ou não queria.

Há algum tempo, os chineses descobriram aquela região. Fazem propostas de aluguel ou compra dos imóveis impossíveis de ser superadas pelos pequenos comerciantes. Diante da crise, os proprietários não hesitam: despejam o seu inquilino de décadas e entregam o imóvel a pessoas que nunca viram, dedicadas a saturar a praça com porcarias de plástico made in China.

É o mercado, e talvez não haja nada a fazer. Mas, a cada sebo que fecha, o Brasil fica menos brasileiro.

ruy castro




É escritor e jornalista. Considerado um dos maiores biógrafos brasileiros, escreveu sobre Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda. Escreve às segundas,

quartas, sextas e sábados.











terça-feira, 19 de julho de 2016

Pais que leem para os filhos ajudam a aumentar o vocabulário e a memória


11/07/2016
Por Mariana Tokarnia da Agência Brasil
Imagem ilustrativa (Google)


O hábito dos pais de ler para as crianças em casa pode trazer mais benefícios do que se imagina. Um estudo da Universidade de Nova York, em colaboração com o I Dados e o Instituto Alfa e Beto, divulgado hoje (6), mostra um aumento de 14% no vocabulário e de 27% na memória de trabalho de crianças cujos pais leem para elas pelo menos dois livros por semana.

O estudo concluiu ainda que a leitura frequente dos pais para as crianças leva à maior estimulação fonológica, o que é importante para a alfabetização, à maior estimulação cognitiva em casa e a um aumento de 25% de crianças sem problemas de comportamento.

        “Esses dados são bastante impressionantes. Estamos comparando dois grupos que estão dentro do sistema de creches, dentro de um sistema com professores treinados para ler para as crianças. Acrescentamos a leitura dos pais e, quando isso é feito, da forma como foi feito, tem grande impacto”, diz o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira.

         Ele explica que o momento de leitura é também um momento importante de interação entre pais e filhos. “Esse é o ponto central, levar os pais a conversar com os filhos. Eles podem também levar as histórias para o real, quando estiverem na rua, podem mostrar para os filhos algo que apareceu na história. Essa forte interação tem impacto em outras dimensões cognitivas”.

       A pesquisa foi feita em Boa Vista (RR), onde a prefeitura desenvolve um programa chamado Família que Acolhe, voltado para a primeira infância, que acompanha as crianças desde a gravidez até os 6 anos de idade. O acompanhamento inclui atendimento integrado nas áreas de saúde, assistência social e educação para as famílias, com prioridade para as famílias de baixa renda, que constituem dois terços da população do município.

        Para participar do estudo conduzido pelo professor associado de pediatria e saúde populacional da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York, Alan Mendelsohn, e pela cientista da mesma instituição Adriana Weisleder,foram selecionadas 1.250 mães com 1.250 crianças de 1 a 4 anos, todas beneficiárias do Bolsa Família.

       Parte das crianças recebe apenas o atendimento em creche, o que inclui leitura interativa diária pelos educadores. Outra parte, além da creche, leva para casa dois livros por semana para serem lidos pelos pais. Esses pais participam também de sessões de capacitação a cada três semanas, onde recebem orientações e participam de exercícios e análises de vídeo sobre como conversar e interagir com as crianças no momento da leitura e em situações do cotidiano. Foi analisado ainda um terceiro grupo que não tinha acesso a nenhuma das atividades.

        Ao final do estudo, além dos benefícios constatados nas habilidades das crianças, houve também aumento de 50% no número de famílias que passaram a ler com os filhos pelo menos três dias na semana e um aumento de 50% na leitura interativa.

       O programa é implementado em Boa Vista há quatro anos e inclui a capacitação dos pais para a leitura desde o berço, segundo a prefeita da cidade, Teresa Surita. Ela conta que implementou o programa após temporada em Harvard, nos Estados Unidos, onde fez um curso voltado à primeira infância. “É impressionante como os estudos de neurociência apontam a importância dessa etapa. Investir na primeira infância é pensar também economicamente no desenvolvimento do país”.

Fonte: Biblioo / http://www.portalsophia.com.br/

terça-feira, 17 de maio de 2016

Tecnologia permite ver através de parede

Um novo aparato tecnológico permite “observar” através de estruturas sólidas. A empresa CameroTech Ltd é responsável pela máquina e funciona da seguinte maneira: a parede da Camero utiliza banda ultralarga (UWB) radar a fim de mapear o layout da área e que está bloqueada por tijolos, blocos de concreto, vergalhões de concreto armado, gesso, drywall, madeira, adobe, pedra e demais materiais tão espessos quanto um metro ou mais. Os sinais de radar são traduzidos por algoritmos avançados em imagem 3D e revelam movimentação das pessoas.

Mensageiro da paz, agosto 2014, Online.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

EUA: radicais atacam igrejas

Noticia do Mensageiro da Paz publicada em outubro de 2015
EUA: radicais atacam igrejas

Duas igrejas cristãs na cidade de Las Cruces, no Estado norte-americano  do Novo México, foram alvo de atentados a bomba no dia 2 de agosto (2015). Mesmo não havendo vitimas, a comoção tomou conta dos habitantes da pequena cidade. As autoridades federais iniciaram as investigações  a fim de descobrirem os autores dos atentados  e se há alguma conexão com o terrorismo internacional ou se trata de uma ação “ com motivações religiosas “caseira”. Até o fechamento desta edição do MP, não haviam sido divulgadas essas informações. (Mensageiro da Paz, outubro, 2015)

Mar Morto na rede

ARQUEOLOGIA
Mar Morto na rede

Tem aproximadamente dois mil anos um dos maiores e mais antigos enigmas do mundo: os Manuscritos do Mar Morto. Trata-se de documentos bíblicos encontrados entre 1946 e 1956 em jarros de argina nas cavernas desérticas de Quram, em Israel, fragmentados em cerca de 20 mil pedaços. Nos próximos cinco anos todo esse material será disponibilizado na internet para que leigos  e especialistas tenham acesso a ele – textos datados dos anos 400 a.C. até 300 d.C., escritos em hebraico, aramaico e grego. Deve-se a iniciativa à Fundação Alemã de Pesquisas. (Isto É / 6, abril, 2016 / Ano 39/ Nº 2417)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Dia Nacional do Livro: o poder na leitura


Os livros podem parecer inofensivos fechados. Mas, na verdade, eles têm poder. Sim, a influência de uma leitura pode ser as mais variadas. Quem nunca pegou um livro que mudou seu jeito de enxergar determinada situação? Ou que tenha dado uma idéia genial para solucionar um problema? Que o tenha melhorado como ser humano?

É cientificamente comprovado que o hábito de leitura traz inúmeros benefícios. Tais como:

- melhorar o vocabulário e a escrita;

- trazer conhecimento sobre variados assuntos;

- melhorar a capacidade de analisar e resolver problemas;

- desenvolver a concentração, o foco e a imaginação;

- aprimorar a empatia;

- ampliar suas perspectivas e objetivos;

- melhorar o humor e a auto-estima, etc.

Todas essas vantagens, além de favorecer o indivíduo emocional, social e profissionalmente também o ajudam a manter o cérebro saudável e jovem, exercitando a memória e colaborando até mesmo na prevenção de doenças como o Alzheimer.

Um recente estudo realizado pela Emory University, nos Estados Unidos, chegou a uma conclusão interessante: ler muito pode mudar a estrutura cerebral permanentemente. Isso mesmo! Os participantes que criaram o hábito de ler diferentes tipos de obras desenvolveram uma alta conectividade no córtex temporal esquerdo, área responsável pela assimilação da linguagem. Por isso conseguem compreender, processar e até mesmo sentir o que está escrito de maneira mais rápida e completa do que pessoas que não possuem o hábito de ler.

Diante de tantos benefícios, que tal implantar essa cultura em sua casa? Uma boa sugestão é um “clube do livro”, em que mensalmente um membro da família escolhe um título e uma vez por semana todos expressam o que estão achando da obra. Certamente o proveito será imensurável, além de fortalecer a comunhão no lar.

Fonte: Universia Brasil; by Mensageiro da Paz – Ano 85 – número 1565 – outubro

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

AS OUTRAS TERRAS

NASA encontra planeta que e a Terra quando ficar velha”. – “Cientistas dizem que o planeta está distante 1.400 anos-luz, e que ainda é habitável, mas ainda pode se tornar um lugar fervilhante e hostil.

O satélite Kepler, da NASA, descobriu um mundo um pouco maior que a Terra, em torno de uma estrela parecida como Sol, numa órbita similar a nossa.

O exoplaneta (Planetas semelhantes ao planeta Terra), está localizado a 1.400 anos-luz da Terra. Recebeu a designação Kepler 452b (porque foi descoberto pelo homem que se valeu do satélite que dá nome à descoberta.

A estrela Kepler-452 é um pouco mais brilhante do que a Terra A ciência dos homens, com base na teoria da evolução, sugere que em mais ou menos 1 bilhão de anos, o aumento do brilho do sol fará com que a Terra se torna inabitável. A radiação adicional emitida aquecerá o planeta de forma a evaporar os nossos oceanos. Nosso planeta se tornará tão inóspito quanto Vênus (catastrofismo).

As características: planeta, órbita, sol similares ao da Terra são comuns no Universo.

Até agora 8 planetas já foram confirmados com potencial para serem habitáveis. E o mais interessante deles é o Kepler-186f, descoberto em 2014. É o único com praticamente o mesmo tamanho da Terra.

Folha.com/24/07/2015 – Ciência + Saúde

Comentário
Quando se tem notícias de algum movimento no espaço sideral logo o verso bíblico que trata de “sinais no céu” é lembrado. Portanto, quem aguarda o arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus deve estar alerta às notícias como esta. Não é uma questão de coincidência, mas de cumprimento das profecias bíblias que trata das últimas coisas.