domingo, 22 de abril de 2012

Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé.



As pessoas estão sem tempo para ler. As 24 horas do dia não são mais suficientes para viver, por isso elas precisa abrir mão de alguma coisa. Para tentar compensar a falta de tempo as pessoas abrem mão das leituras não obrigatórias. E, destas, selecionam as que acham menos importantes. Será esse um dos motivos que impedem a frequência e o aproveitamento das bibliotecas? Talvez. 


Às vezes em nossas corridas do dia a dia esbarramos em livros que gostaríamos de ler. Depositamos sobre a mesa e aguardamos uma oportunidade para lê-lo. Só que isso nunca acontece. Não temos tempo. Quem  dera pudessemos por os pés em uma biblioteca.

Se o homem não tem tempo de parar para ler, as leituras tem tempo para buscar o homem estacionado ou em trânsito, ou seja, onde ele estiver. O Instituto Brasil Leitor resolveu dar uma nãozinha a essas leituras levando-as ao metrô. Para isso eles criaram o projeto Embarque na Leitura. A ideia é bem interessante, pois coloca a biblioteca no caminho do cidadão. Ele não precisa mais desviar de suas rotas apressadas para se aproximar de uma biblioteca.  Agora é a biblioteca que se aproxima do leitor. Você tem idéias de quanto tempo perdemos, isso mesmo, perdemos esperando as coisas acontecerem? 

São mais de 15 terminais com biblioteca e espaço para leitura. E a coisa vem dando certo. Segundo o último levantamento foram computados milhares de empréstimos por mês. Essa iniciativa tem feito diferença na vida das pessoas. E elas agradecem. Obrigado.

Baseado no texto do Blog O Livreiro

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