sábado, 22 de junho de 2013

Anatomia do Livro

Partes dos livros e sua nomenclatura



Capa / Contracapa
A capa é o rosto do livro (seja em brochura ou capa dura), e a contra capa é a "capa de trás". 

Lombada
É a lateral do livro. Ela une a capa à contracapa.

Miolo
É o conjunto das páginas. Abarca todo o conteúdo do livro.

Corte
É a margem externa das páginas, que você pode ver mesmo sem abrir o livro.
Chama-se assim porque é nessa parte que a guilhotina da gráfica realiza o corte das páginas.

Folhas de Guarda
Correspondem à primeira e à última folhas de um livro. Não possuem nenhuma informação (nem sequer o título). Sua função é proteger o resto do miolo.
Em livros comuns, elas vêm em branco; em edições especiais, elas possuem algum tipo de estampa.

Folha de Ante-Rosto
Corresponde à segunda folha de um livro, nos casos em que o exemplar possui a folha de guarda. Situa-se logo antes da folha de rosto e, em geral, traz somente o título da obra.
Obs.: Muitos livros não possuem a folha de guarda, e alguns não possuem a folha de ante-rosto.

Folha de Rosto
Corresponde à terceira folha de um livro, nos casos em que o exemplar possui também as folhas de guarda e de ante-rosto.
Pode-se dizer que ela é a capa de dentro do livro: ela trás as informações principais da obra, como o título, o autor, a editora, o ano, a coleção (quando existe), etc.

Sobrecapas
São as capas adicionais (e removíveis) que alguns livros trazem para proteger as capas
principais.

Abas e orelhas 
É a lateral do livro. Ela une a capa à contracapa.








quarta-feira, 5 de junho de 2013

Doações à biblioteca O S Boyer


Acusamos a doação de 6 (seis) exemplares da Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD à Biblioteca O S Boyer / IBAD as obras e os periódicos que se seguem...

- "Competências para o Ministério Pastoral"

- "Filipenses"
- Revista "Ensinador Cristão" (jul / ago/ set 2013)
- Jornal "Mensageiro da paz" (junho / 2013)
- Revista "Obreiro Aprovado" (ago / set / 2013)
- Revista "lições Bíblicas" Mestre (Capa dura) (3º trimestre / 2013)







segunda-feira, 3 de junho de 2013

“Persiste em ler...”


Por Alves Burity

Como devemos ler? Ai está a pergunta que merece ser estudada antes de respondida. Contudo, vejamos: Devermos ler metodicamente, isto é, com moderação, pensando no que foi lido; ler analisando, criticando, concluindo. Agora, quando dizemos criticando , referimo-nos àquela crítica sadia, construtiva, capaz de melhorar a obra, com descobrir as faltas e ajudar a saná-las, porque descobri-las e guardar silêncio nada ajuda ao autor da obra.
Em geral a maioria pensa que dever ler o maior número possível de livros e às pressas. É claro que me refiro à maioria dos que lêem, porque o grosso do nosso ovo não lê, ou pouco lê. Isso não é recomendável; os que assim procedem; erram e muito. A leitura mal orientada, além de prejudicial fisicamente, é perniciosa moral e espiritualmente.
Em comparação, talvez rústica, porém apropriada, será o mesmo que uma pessoa comer em demasia, sem, contudo, mastigar... Sabemos de sobra o que acontecerá a quem agir assim. Qualquer lei, quando transgredida, reclama punição. Vivemos sob  o governo de lei justas, porém severas. Aliás, a literatura latina  rica em máximas instrutivas, apresenta-nos como advertência: Non Multa, Sed multum.Interpretando, teremos: O essencial não é o número de livros lidos, mas o número de vezes que os lemos. Melhor: a importância que se dá ao que se vai ler e ao como e vai ler. O interessante é ler a obra e descobrir-lhe a razão-de-ser e não é ler muitas obras a um só tempo, sem, contudo, apreender-lhes o9 valor exato, nem descobrir-lhes a finalidade. Em linguagem usual: É preciso “mastigar” o que se lê.
Tomemos uma ilustração interessante: Os ruminantes – o boi, por exemplo – após haver pastado, põe-se a ruminar o alimento que apanhou, enquanto ao pasto. Em geral o faz, quando deitado, numa atitude que denota tranqüilidade e satisfação... O exemplo fala por si.
Após a leitura de uma página qualquer, seria interessante também, se nós nos detivéssemos, por momentos, a “rumináta”, a revolvê-la na mente, a fim de não só apreender-lhe o sentido exato, se possível, senão também dela extrair a “seiva” capaz de nutrir o nosso intelecto e, o que é mais para desejar, indispensável à nutrição dele...

Não muitos, mas muito. Experientia docet...

Fonte: Espírito, alma e corpo

IMAGINE the Library you want! - Ottawa Public Library



SONHAR NÃO FAZ MAL A NINGUÉM, NÃO É MESMO?

RUCA O BIBLIOTECÁRIO





Semana passada apresentamos algumas produções cinematográficas que tinham como pano de fundo as bibliotecas e os bibliotecários, hoje partilho com vocês um vídeo infantil sobre o mesmo tema. É uma história simples mas que aborda vários pontos interessantes.

De forma lúdica o vídeo aborda a importância da família na criação da hábito de leitura nas crianças; outro ponto levantado é sobre a importância do manuseio dos livros; tem o cuidado de apresentar a bibliotecária como o profissional disponível em ajudar, longe da figura carrasca e finalmente, demonstra a importância da hora do conto na formação de novos leitores. 


[Mural Interativo do Bibliotecário]

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Encontrado na Italia manuscrito da Tora mais antigo do mundo


Texto contém letras e sinais proibidos por judeu no século XII

O pergaminho mede 36m de comprimento e 64cm de largura Foto: AFPA Universidade de Bolonha (Itália) encontrou o que pode ser o manuscrito da Torá mais antigo do mundo, segundo um professor italiano que afirma que o texto sagrado foi escrito no século XII.
O valioso pergaminho de pele de cordeiro foi catalogado de modo equivocado por um arquivista da biblioteca universitária em 1889, que acreditou que pertencia ao século XVII. Mas o professor de estudos hebraicos Mauro Perani constatou que o texto era anterior às normas de escrita da Torá adotadas no século XII.
“Imediatamente, percebi que era muito mais antigo”, disse.
O professor explicou que o texto contém letras e sinais proibidos pelo erudito e filósofo judeu Moisés Maimônides no século XII.
“Este pergaminho é muito raro porque quando os manuscritos estragam, perdem sua santidade e não podem ser mais utilizados. Então, são enterrados”, explicou Perani. “Seu estado de conservação é excelente”, completou.
“Os nazistas na Europa central e os fascistas na Itália destruíram dezenas de milhares de rolos. Aconteceu uma incrível destruição no século XX”, disse.
O texto foi submetido a várias análises de carbono na Itália e Estados Unidos, que confirmaram que foi escrito entre o fim do século XII e o início do século XIII.

O pergaminho mede 36 metros de comprimento e 64 centímetros de largura.
Pergaminho de pele de cordeiro pode ser o exemplar mais antigo da Torá conhecido Foto: AFP
Pergaminho de pele de cordeiro pode ser o exemplar mais antigo da Torá conhecido