sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Biblioteca Britânica digitaliza jornais dos séculos 18 e 19

Quatro milhões de páginas de jornal dos séculos 18 e 19 foram postados online pela Biblioteca Britânica.O público agora pode ver o conteúdo de 200 títulos da região da Inglaterra e Irlanda. Isso inclui eventos como o casamento de Vitoria e Albert, e o crescimento das ferrovias.O especialista em jornais da Biblioteca, Ed King, afirma que a coleção está sendo aberta como nunca. O arquivo é gratuito para pesquisa, mas há um custo para visualizar as páginas.“Ao invés de ver os itens na biblioteca, folha por folha, pessoas do mundo inteiro agora podem explorar por conta própria essa mina de ouro de histórias e informações”, afirma King. “A habilidade de procurar entre milhões de artigos vai oferecer resultados, que antes levariam semanas ou meses, em uma questão de segundos, com um clique de mouse”.Inclusos no projeto estão as páginas do Aberdeen Journal, Belfast Newsletter, Western Mail e Manchester Evening News.

Uma equipe passou um ano na biblioteca, em Colindale, no norte de Londres, digitalizando até 8 mil páginas por dia. E eles esperam chegar a um total de 40 milhões em 10 anos.O Ministro da Cultura, Comunicação e Indústrias Criativas, Ed Vaizey, afirma que o arquivo é “uma rica e altamente excitante fonte”. “Fiz uma busca sobre um dos tópicos da constituição, e em segundos tive 42 mil resultados – uma indicação da variedade do material”.Fonte: http://hypescience.com

Biblioteca Britânica digitaliza jornais dos séculos 18 e 19




Quatro milhões de páginas de jornal dos séculos 18 e 19 foram postados online pela Biblioteca Britânica.
O público agora pode ver o conteúdo de 200 títulos da região da Inglaterra e Irlanda. Isso inclui eventos como o casamento de Vitoria e Albert, e o crescimento das ferrovias.
O especialista em jornais da Biblioteca, Ed King, afirma que a coleção está sendo aberta como nunca. O arquivo é gratuito para pesquisa, mas há um custo para visualizar as páginas.
“Ao invés de ver os itens na biblioteca, folha por folha, pessoas do mundo inteiro agora podem explorar por conta própria essa mina de ouro de histórias e informações”, afirma King. “A habilidade de procurar entre milhões de artigos vai oferecer resultados, que antes levariam semanas ou meses, em uma questão de segundos, com um clique de mouse”.
Inclusos no projeto estão as páginas do Aberdeen Journal, Belfast Newsletter, Western Mail e Manchester Evening News.
Uma equipe passou um ano na biblioteca, em Colindale, no norte de Londres, digitalizando até 8 mil páginas por dia. E eles esperam chegar a um total de 40 milhões em 10 anos.
O Ministro da Cultura, Comunicação e Indústrias Criativas, Ed Vaizey, afirma que o arquivo é “uma rica e altamente excitante fonte”. “Fiz uma busca sobre um dos tópicos da constituição, e em segundos tive 42 mil resultados – uma indicação da variedade do material”.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Leituras


“Como ganhar seus queridos para Cristo”  por Don Wilkerson, Ed. Betânia.
A Marlene, colaboradora do IBAD, Contabilidade, leu o livro e gostou. Ela disse o seguinte: “São palavras de ânimo e incentivo. O texto nos orienta  ‘bater sempre’. Mostra-nos a importância do crer, interceder e testemunhar; de termos um tempo de qualidade em favor de nossos amados. Cita alguns exemplos a serem usados,  e erros a serem evitados.”

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cais do Rio vai ganhar Hemeroteca Brasileira


Preciosidades. Coleção tem  4,5 milhões de jornais
e revistas, reunidos nos últimos 200 anos:
17  quilômetros de prateleiras.
Antigo armazém será adaptado para receber maior acervo latino-americano de periódicos
É como se todos os dias uma banca de jornal despejasse seus exemplares na porta do imponente prédio da Biblioteca Nacional, na Cinelândia, centro do Rio. São 4 mil novos exemplares por mês. Ao longo de 200 anos, a biblioteca recebeu 4,5 milhões de jornais e revistas. "Já temos 17 quilômetros de prateleiras só com este acervo", diz Mônica Rizzo, diretora do Centro de Referência e Difusão da biblioteca.
O maior acervo de periódicos da América Latina vai poder, enfim, respirar. O BNDES liberou R$ 32 milhões para a Fundação Biblioteca Nacional. Desse valor, R$ 17,9 milhões serão usados para adaptar um antigo armazém de grãos na área do Cais do Porto para receber a Hemeroteca Brasileira. A verba é um pedido antigo. "Há pelo menos dois anos estamos nessa negociação. Agora vamos poder ficar tranquilos durante um bom tempo. Teremos espaço para uma coleção três vezes maior do que a atual ", suspira Mônica.
O acervo não para de crescer. Por força da lei de depósito legal, qualquer publicação no Brasil tem de doar um exemplar à biblioteca. O que é excelente para a memória nacional, mas trágico para falta de espaço de um prédio que não tem mais para onde crescer.
Atualmente a biblioteca tem 9 milhões de itens. A grande maioria está no prédio da Cinelândia, inaugurado em 1910. A falta de espaço obrigou a direção a transferir parte do acervo ao Palácio Gustavo Capanema, também no centro. No armazém do cais do porto também já estão cerca de 1 milhão de jornais.
Quando a hemeroteca for inaugurada, haverá mais espaço para guardar livros no prédio da Cinelândia. "A cada ano, recebemos cerca de 100 mil novas peças, entre livros, jornais, partituras, gravuras, mapas, CDs e DVDs. É fundamental que nos preparemos para continuar abrigando as publicações, inclusive digitais. A biblioteca, há 200 anos, é a guardiã oficial da memória do País", define Galeno Amorim, presidente da Fundação Biblioteca Nacional.
O antigo armazém já pertence à biblioteca desde os anos 1980. O que faltava era o dinheiro para obra. Até agora, só foi reformado um andar, o terceiro. O espaço foi dividido em seis unidades estanques. "Se acontecer uma infelicidade e começar a pegar fogo em uma unidade, o incêndio fica restrito a esse espaço. Não se propaga. A mesma coisa com uma possível infestação de cupim. Ela não se espalhará para o resto do acervo", diz Mônica. As obras vão durar 30 meses.
O acervo é precioso. Estão lá o primeiro exemplar do Correio Braziliense, de 1808, que era impresso em Londres. Ainda faz parte da hemeroteca a coleção da Gazeta do Rio de Janeiro, o primeiro jornal impresso em terras brasileiras, que se transformou no atual Diário Oficial da União. "Temos também as edições do Diário de Pernambuco, desde 1825, a mais antiga publicação corrente em língua portuguesa no mundo. Temos a Revista da Semana, de 1900, O Tico-Tico, O Malho, a revista O Cruzeiro. Isso sem contar os jornais da imprensa alternativa, perseguidos durante a ditadura militar, jornais regionais de todo o Brasil e jornais literários", diz Amorim.
Pesquisa. Tudo isso está aberto ao público para pesquisa. Boa parte do acervo já está micro filmado. "Temos 40 leitoras de microfilme e dez mesas para atender o público. Mesmo assim, há dias em que não conseguimos atender todo mundo."
Exemplares mais antigos só podem ser pesquisados em microfilmes. "Cada vez que um exemplar centenário é manuseado, ele solta pedaços. Temos de preservar o máximo possível", explica Mônica. Aos poucos estão sendo digitalizados todos os exemplares para que fiquem disponíveis na internet (http://www.bn.br/portal0


Olimpíadas


A hemeroteca ficará ao lado do novo Museu de Arte do Rio, do Aquário do Rio e do Museu do Amanhã no Cais do Porto, área que está sendo revitalizada para os Jogos Olímpicos de 2016.
 Fonte: MÁRCIA VIEIRA / RIO - O Estado de S.Paulo / 9 outubro 2011 / 11h10

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Biblioteca na Era Digital

A Biblioteca Digital da Baviera (Alemanha) digitalizará um milhão de livros em parceria com o Google. O diretor Klaus Cenowa diz que o acervo deve estar onde as pessoas estão.
A digitação da biblioteca começou em 1997. Desde o início, o objetivo era disponibilizar via internet os acervos históricos, únicos e valiosos. As obras digitalizadas estão disponíveis para qualquer um gratuitamente na web. Podem ser impressas ou baixadas para uso pessoal ou científico.

Até agora foram digitalizadas cerca de 60 mil obras. Além delas, há cerca de 200 mil livros que estão sendo digitalizados através da parceria público-privada com o Google. No total, devem ser escaneados, no próximo ano, um milhão de livros em parceria com o Google.

Inúmeras bibliotecas se opuseram à iniciativa do Google de digitalizar acervos porque há muito medo em relação a um possível monopólio e um desconforto em relação ao banco de dados cada vez maior do Google. Eu não quero avaliar se esses medos são justos. Nós trabalhamos em excelente parceria com o Google. Sem ele, teria sido impossível digitalizar 1 milhão de livros – cerca de 250 milhões de páginas – em tão pouco tempo.

A biblioteca tem tesouros únicos. Esse patrimônio cultural deve ser acessível a todas as pessoas. E a internet nos oferece essa possibilidade. A digitalização significa também uma democratização do acesso ao conhecimento e à cultura.

Quase todas as obras estão em domínio público. No entanto, há uma parceria com algumas grandes editoras científicas. Após o pagamento de uma taxa, obras protegidas são digitalizadas e podem ser acessadas de graça pelo consumidor final.

Não há um único processo de digitalização. Manuscritos únicos são escaneados e digitalizados com a chamada mesa fotográfica de Graz. Para outros materiais utilizamos robôs scanners, que conseguem digitalizar até mil páginas por hora. Também há scanners especiais para mapas e scanners 3D. O escaneamento é a parte mais simples de todo o processo de digitalização, que engloba da logística no depósito ao armazenamento digital permanente.

Os principais desafios das bibliotecas hoje devem oferecer seus serviços e acervos onde quer que o usuário esteja na rede – isto é, no Google, no Facebook, no Yahoo, no WorldCat – e também em ambientes de estudo e pesquisa especializados. Esta diversidade não pode levar a uma perda de identidade. As bibliotecas devem se redefinir como local de troca cultural, de comunicação e de encontro – além de salas de leitura e depósitos.


domingo, 6 de novembro de 2011

Herói devedor de livros emprestados

Jorge Washington
herói da independência
dos EUA
Sabe o primeiro presidente dos EUA? Sim! Ele mesmo! George Washington - O herói da independência. Ele costumava pedir livros emprestados à Biblioteca de Nova York. A atual direção fez um levantamento retroativo das atividades da biblioteca e descobriu que se George estivesse vivo ele teria de pagar a instituição multa de 300 mil dólares. Só de obras que ele levou para ler e nunca devolveu. Conheça algumas: "Lei das nações" (um tratado sobre relações internacionais) e "Transcrições da Câmara dos Comuns" (Parlamento Britânico). Herói caloteiro. O inusitado dessa história é que a informação ficou guardada a sete chaves por tempos porque se tratava do primeiro e maior dignitário da nação norte-americana.