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| Chinesas embalando Bíblias na China |
Brasil importa de tudo da China. Inclusive Bíblias.
A Palavra de Deus está sendo impressa em português em
gráficas da China, Índia e Chile, e outros países. Os custos são o “x” do
problema.
Essa opção, de entregar
“o ouro ao bandido” está atrelada ao “custo Brasil”. Católicos e evangélicos
aceleram encomendas no exterior. A vantagem desta “traição” à industria
brasileira chega a superar 50%.
Veja o depoimento do vice-presidente da Gráfica Imprensa da
Fé, Jair Franco, que questiona o executivo: “É uma coisa estranha! Para fazer
uma Bíblia por aqui temos de comprar papel de fora, capa especial de fora e a cola
de fora, e tudo isso vem com imposto. Ai, o editor vai lá e faz uma Bíblia completa
e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?” Diz a
Constituição Federal que importações de livros, jornais, revistas e outras
publicações estão isentas de tributos.
O avanço da importação de impressos não são vistos, mas os
efeitos são sentidos.
Extraído da coluna de Marcelo Rehder, Estadão, 020712
A outra visão do problema
Antes do rei fazer as suas refeições, feitas na cozinha do
palácio, com serviçais que nunca foram notados por ele, e portanto sem controle
da qualidade, um súdito provador experimenta o prato para evitar um atentado
contra a vida do rei.
Ora, a Bíblia é a Palavra de Deus, alimento espiritual para
os súditos do rei Jesus. Como ter certeza de que não está contaminada já que
não há controle na produção da Bíblia feito por povos não cristãos? Qual a
garantia de pureza da Palavra de Deus?
Vimos aqui o problema econômico. Porém o mais grave nessa
situação e a autenticidade do que está sendo impresso lá fora. Alguém já disse
que para destruir um povo basta destruir a sua cultura. Ó nóis ai sujeitos a
isso?
Talvez estas preocupações sejam infundadas, porém, é melhor pecar por excesso de zelo do que por falta.

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