terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Livros são enterrados vivos

Violência contra livros

Caminhoneiro passa próximo a cidade de Tapiraí, Sorocaba, SP e sente cheiro de coisa podre na Mata Atlântica.
Curioso, se aproxima do lugar e tenta desenterrar o que fedia. Encontrou livros. Isso mesmo, livros de romances escritos por brasileiros e estrangeiros, enciclopédias, didáticos. E o mais surpreendente:  carimbadas com o selo da biblioteca municipal da cidade.  O cheiro ficou pior.
O caminhoneiro que encontrou a podridão percebeu que havia livros vivos, ainda respirando. Desenterrou o que pode e levou para a delegacia num carrinho de mão. Policiais desandaram n um chororô de dar dó. A eles se juntou o caminhoneiro.
A secretária de cultura de São Paulo vai abri sindicância porque isso não é normal. As bibliotecas fazem doações, mas não descartam livros. Essas atitudes vão  contra as normas das bibliotecas. Livro é o bem mais precioso seja velho ou novo.
A polícia investiga se houve dano ao patrimônio público.
No dia 5 de janeiro, uma escola, imagine só, uma e3scola queimou 500 livros no pátio da escola, incrível, em Analândia, SP. Os moradores acionaram um representante público e este a polícia. O ocorrido está sob investigação.
Assassinato duplo. Mata-se a árvore para fazer livros e mata-se o livro. A árvore morre duas vezes.

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