sexta-feira, 11 de maio de 2012

Restauração de livros

Estes problemas e esta falta de cuidados é comum as bibliotecas.
Falta orientação prévia aos usuários.

Como recuperar um livro velho ou sujo

A Jú não ter certeza de muita coisa. Mas ela ensina a técnica própria e nada profissional.
Serve bem as coleções caseiras ou pessoais.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Capes aprova curso de Biblioteconomia à Distância


No último dia 29 de outubro, o CFB protagonizou um momento histórico para a Biblioteconomia brasileira. A Presidente do CFB, Nêmora Rodrigues, assinou, juntamente com o Prof. Dr. Jorge Almeida Guimarães, Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, um Acordo de Parceria para a implantação do Curso de Biblioteconomia na modalidade a distância no Brasil. Estiveram presentes à solenidade o Prof. Dr. Celso José da Costa, Diretor de Educação a Distância, e a equipe de implementação do acordo, as bibliotecárias Lucia Alves e Silva, e Fabíola Ferigato. O Acordo resulta de uma discussão conjunta que se iniciou em outubro de 2008.
A Presidente do CFB classificou o acontecimento como um marco na história do ensino e, consequente mente, da profissão de bibliotecário no país: “enquanto outras profissões estão sendo surpreendidas pela proliferação de cursos de educação a distância, a Biblioteconomia acompanha a evolução da educação e do uso das ferramentas tecnológicas, garantindo, antes de tudo, a qualidade do curso a ser oferecido”, ela afirma. “Somente os cursos em EAD acompanhados pelo Sistema CFB/CRB terão os profissionais egressos registrados nos conselhos regionais” .
 É oportuno destacar que a decisão do Sistema CFB/CRB em consolidar tal cooperação para viabilizar esta formação a distância foi pautada em dois  princípios: na avaliação de que as políticas nacionais têm, ao longo do tempo, favorecido a distribuição de acervos em detrimento da oferta de serviços de informação, sendo que qualquer intervenção, visando promover alterações no quadro descrito, esbarra na pouca quantidade de profissionais formados no país; e no entendimento de que a educação a distância é uma realidade mundial. Especialmente para a área de Biblioteconomia, essa modalidade já é efetuada em diversos países da Ásia e Europa, além dos Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Venezuela, Costa Rica e Cuba. O sistema de ensino brasileiro faculta a qualquer instituição a oferta de ensino de graduação nesta modalidade, fato que poderia se constituir em uma realidade nacional a qualquer momento, independentemente da qualidade ou da ingerência de qualquer organismo ligado à área. Desse modo, o Sistema CFB/CRB entende que, ao apoiar a iniciativa da formação de bibliotecários nessa modalidade , é oportuno conduzir, na qualidade de organismo fiscalizador, um processo de negociação visando à formação de bibliotecários que assegurem a qualidade almejada pelas instituições da área e, sobretudo, pelo mercado.
Para operacionalizar o trabalho junto à UAB, foram observados os pressupostos estabelecidos pela ssociação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), por meio dos documentos construídos pelas escolas de Biblioteconomia do país, bem como a observância das Diretrizes Curriculares elaboradas para os Cursos de Graduação em Biblioteconomia estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).
Ademais, foram assumidos como eixos temáticos os seis estabelecidos pelos documentos que a norteiam, a saber:
1. Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação;
2. Organização e Representação da Informação;
3. Recursos e Serviços de Informação;
4. Gestão da Informação;
5. Tecnologias de Informação e Comunicação;
6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação.
Elaboração do projeto pedagógico, o acompanhamento, visando o fiel cumprimento dos princípios de qualidade emanados pela Comissão de Ensino do CFB, estão a cargo de um grupo de trabalho composto por bibliotecários professores doutores, com relevada produção em cada um dos eixos citados e que atuam em diferentes regiões do país, para atuar junto à UAB, cujas atividades tiveram início em 18 de junho  de 2009.
 Esse grupo é formado pelos seguintes docentes, de acordo com as áreas:
1. Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, Prof.ª Dra. Henriette Ferreiran Gomes (UFBA);
2. Organização e Representação da Informação, Prof.ª Dra. Lídia Alvarenga (UFMG), que iniciou com o grupo mas que teve de se afastar por problemas pessoais, e Prof. Dr. José Augusto Guimarães (UNESP/Marília);
3. Recursos e Serviços de Informação, Prof.ª Dra. Helen Beatriz Rozados (UFRGS);
4. Gestão da Informação, Prof.ª Dra. Marta Lígia m Valentin (UNESP/Marília);
5. Tecnologias de Informação e Comunicação, Prof.ª Dra. Sely Maria de Souza Costa (UnB);
6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação, Prof.ª Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho (UFAM).
A previsão de início da primeira turma do curso é março de 2010.


Fonte: PORTAL MARISTA

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Serviço


Coursara.org
Cursos com duração de 4 a 12 semanas assuntos como Algorítimos, Teoria dos Jogos e Mitologia. AS aulas são dadas por professores de Princeton, Stanford e das Universidades da califórnia, d Michigan e da Pensilvânia.


Udacity.com
Criado por experts em robótica, oferece seis cursos na área tecnológica. Introdução à , por exemplo, teve 160 Inteligência Artificial, por exemplo, teve 160 mil alunos.


youtube.com/education
Maior portal de vídeos da web tem página de conteúdo educacional dividido em categorias como Universidade. Ensino Fundamental e Médio, e Aprendizado Para Toda a Vida.


verduca.com.br
Site tem 70 aulas de professores de grandes universidades do mundo com legenda em português, mas promete oferecer versão de um total de 4.714 vídeosaulas.


univesp.ensinosuperior.gov.br
O programa do governo de São Paulo vai se tornar uma universidade. Por enquanto, oferecer graduação e pós em parceria com USP e Unesp. Parte das aulas e cursos livres estão disponíveis no site univesp.tv.br


prg.unicamp.br/aulas
Aulas magistrais reúne videos de grandes professores.

domingo, 6 de maio de 2012

Duração da construção dos três templos do Antigo Testamento

Três foram os templos construídos em Jerusalém, até os dias de Jesus. O primeiro foi o que Salomão construiu e dedicou ao Senhor. O segundo é conhecido como o templo de Zorobabel, por ter sido construído ou reconstruído sob sua orientação. O terceiro o templo que existia nos dias de Jesus, construído por ordem de Herodes.

Mas, o que desejamos focalizar neste breve comentário é o tempo que se gastou na construção de cada um deles.

O Templo de Salomão, o mais rico em obras de arte, levou sete anos e meio para ser construído. No segundo, o Templo de Zorobabel, maior, porém menos rico do que o primeiro, foram gastos vinte e um anos  para construí-lo. O terceiro, Templo de Herodes, o maior de todos, embora belo e importante, não tinha o esplendor do Templo de Salomão.

Esse templo teve sua construção iniciada no ano dezenove antes de Cristo, m somente ficou totalmente terminado no ano de 64 da era cristã. Durou, portanto, 83 ou 84 anos a construção.
Apesar do templo ser morada de Deus,
levam o nome de seus construtores:
Tempo de Salomão.
Templo de Zorobabel,
Templo de Herodes
Mas então Jesus não declarou que o tempo levara 46 anos a ser construído? Disse, sim, e está certo, certíssimo. A construção fora iniciada no ano 19 antes de Cristo. Ora, quando Jesus se referiu aos 46 anos, foi na véspera do ano 27 da era cristã. Portanto desde o início até a data da declaração são exatamnte46 anos.

Nos dias de Jesus o Templo já estava em pleno uso, isto é, a parte mais importante já estava pronta, mas não totalmente terminado. A estrutura principal ficou pronta no ano 9 antes de Cristo. Daí por diante registraram-se várias interrupções na construção.

Portanto a declaração de Jesus Cristo é exata, como tudo quanto disse e fez.

Fonte: Revista do Pastor, ano I, número I, CPAD 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Biblioteca Cassiano Ricardo é palco para oficinas e exposição


O local pretende oferecer aos visitantes muito mais que livros para pesquisas


 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
A Biblioteca Pública Cassiano Ricardo, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), continua com o trabalho de proporcionar aos frequentadores muito mais que livros para pesquisas. O local oferecerá neste mês oficinas de origami e uma exposição de poesias. "O olhar de um novo poeta", de autoria do estudante de Letras, Diego Sant'anna, é o nome da nova exposição que pode ser visitada até o próximo dia 31. A mostra traz dez poesias que falam de esperança, amor e sentimentos.
As oficinas de origami, as famosas dobraduras japonesas, serão realizadas no dia 11, com o tema Bichos da Fazenda, e no dia 25, com a temática da Festa Junina, que ocorre no mês de junho.
As duas oficinas têm três horas de duração e serão em dois períodos: das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30. As vagas são limitadas, portanto, os interessados devem se inscrever antecipadamente pelo telefone (12) 3921-8845. A Biblioteca Cassiano Ricardo fica bem no centro de São José dos Campos (Rua XV de Novembro, 99) e é aberta para visitação e pesquisa, de segunda a sexta-feira, das 8h15 às 17h e aos sábados das 8h15 às 13h. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 3921-8845.



quinta-feira, 3 de maio de 2012

A mente inconsciente: profundezas ocultas


PSICOLOGIA

Novas ideias sobre como a mente funciona

2/05/2012

Peça a alguém que cite um psicólogo famoso e provavelmente a resposta será “Sigmund Freud”, o acadêmico austríaco barbado que surgiu com a ideia da psicanálise. As sua ideias sobre o inconsciente – uma espécie de porão pouco iluminado da mente que é inacessível ao pensamento racional, mas que ainda assim influencia a conduta das pessoas – já se tornaram domínio público.
Ainda que tenha permanecido popular em reuniões sociais, a ideia de inconsciente já não convencia tanto assim os psicólogos do século XX, graças ao surgimento de abordagens mais científicas da psicologia. Estas se concentravam somente no estudo do comportamento e se abstinham de teorizar a respeito dos mecanismos internos da mente.
Em seu livro mais recente, “Subliminal” (Subliminar), Leonard Mlodinow, um físico teórico, revela como a ideia do inconsciente voltou a ser respeitável nos últimos 20 anos. Este desenvolvimento foi auxiliado por evidências experimentais rigorosas dos efeitos do subconsciente e, especialmente, por tecnologias que permitem escanear o cérebro em tempo real para que pesquisadores possam examinar o que está acontecendo dentro da cabeça de suas cobaias.
A evidência experimental sugere que, como Freud suspeitava, o raciocínio consciente é responsável por uma parte relativamente pequena da atividade em nossos cérebros, sendo que a maior parte da atividade acontece em lugares insondáveis. Entretanto, ao contrário do inconsciente freudiano (um lugar quente e claustrofóbico repleto de memórias reprimidas e fantasias sexuais inapropriadas a respeito das figuras paterna e materna), o inconsciente moderno é um lugar onde dados são processados ultra-rapidamente, onde mecanismos de sobrevivências úteis e regras empíricas a respeito do mundo foram lapidadas ao longo de milhões de anos de evolução.
É o inconsciente, por exemplo, que costura os dados de cor, forma, movimento e perspectiva para criar a visão experimentada pela parte consciente da mente. Experimentos com pessoas com certos tipos específicos de dano cerebral, que eliminam a habilidade de desempenhar algumas destas tarefas, podem revelar o que está acontecendo embaixo dos panos. Pessoas com “visão cega” podem responder a alguns estímulos visuais até mesmo quando não têm consciência de estar vendo. Em experimentos em que pessoas com esta condição caminham por corredores cheio de obstáculos, elas se esquivam e caminham até seu destino sem se machucar porque alguns dados residuais ainda chegam ao cérebro – ainda que em um nível que passa despercebido por suas mentes conscientes.
A visão moderna da mente inconsciente pode ser mais benigna que a de Freud, mas ainda assim pode gerar impulsos indesejáveis. Alguns psicólogos teorizam que a tendência do humano a categorizar quase cada pedaço de informação que cruza o seu caminho é um mecanismo de sobrevivência que evoluiu para permitir que certas decisões sejam tomadas rapidamente. Além disso, este mecanismo também pode estar por trás da tendência humana de agrupar pessoas em raças, gêneros, credos e similares, e depois aplicar certas características – sem fundamentação – para todas as pessoas de um certo grupo.
Os insights fornecidos pela ciência moderna a respeito do modo de funcionamento da mente humana são fascinantes em si, mas também sugerem que muito da sabedoria popular a respeito do comportamento humano talvez precise ser reconsiderado. Mlodinow observa que os modelos econômicos, por exemplo, “baseiam-se na presunção de que as pessoas tomam decisões… pesando conscientemente todos os fatores”, enquanto a pesquisa psicológica sugere que, na maior parte do tempo, elas não se comportam assim. Em vez disso, elas atuam com base em regras simples e inconscientes que pode às vezes gerar resultados completamente irracionais.